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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Leitura

Leitura Todos nós já lemos livros que gostámos e outros que nem gostámos assim tanto! E normalmente nesse leque de livros de que se gosta há sempre aquele que de algum modo nos marca, nos choca, nos revolta! Quando se lê por gosto e não por obrigação há um envolvimento emocional com o livro, um envolvimento com as personagens e com a sua história de vida.
Durante a leitura de “Segue o coração” de Lesley Pearse, há uma parte que para mim é especialmente chocante e revoltante! A morte é talvez a única coisa que todos temos de certo na vida, mas quando se trata da morte de um bebé durante o parto e consequentemente a morte de uma jovem mãe é particularmente duro.
Por alguns dos meus anteriores post’s é possível perceber que a minha crença em Deus tal como a religião católica o define é escassa! É talvez a existência de casos como estas mortes, e de outros mais graves que me faz realmente duvidar da bondade de Deus! É certo que o caso que retratei é de um livro, por isso, uma história, mas na vida real existem inúmeros casos iguais!
Acho que é de uma ingratidão estas mortes, morrer enquanto se atravessa uma das fases mais bonitas da vida de uma mulher e da vida do casal! Morrer a tentar dar vida a outro ser humano, enquanto há outras pessoas que matam, magoam, violam, humilham e que nada lhes acontece, e quando digo nada refiro-me a algo que possa ser comparado com a tamanha injustiça que é morrer durante um acto nobre e de valor.
Afinal que justiça é esta…

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Tristeza

Triteza
Por vezes acontecem coisas na nossa vida que nos fazem perder a vontade para fazer muitas das coisas que sempre gostámos, e que nos tiram vontade de falar com os nosso amigos, provocam-nos um afastamento das pessoas que gostamos e fazem nos ter vontade de ficar sozinhos sem ver pessoas, sem que nos digam nada, que simplesmente nos deixem em paz!

Mesmo sendo coisas em que sabíamos  perfeitamente estar a pisar  terreno perigoso e  mesmo assim se decide avançar!  Por vezes  era bem melhor ficarmos  no nosso canto,  nos  metermos em coisas que já sabíamos que iam correr mal e que iam acabar da mesma forma que já tinham acabado antes!